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22/12/2003 16:38
Bom, como disse Billie Joe naquela música "Warning", "isto é um serviço de utilidade pública (N.R.: Ô! que é isso!), isto é só um teste". Então tá. Vou colocar umas GIFs (uma parada e a outra animada) aqui pra ver se pegam (a porra do Painel de Controle não aceita GIF...)
Haah! Servidor filho da puta esse do Fighter's Generation! (www.gamegen.com). É bom pra ver as figuras, mas pra pegar... PUTA-QUE-PARIU!!! Se a janela não estiver aberta exatamente na página de onde se tiraram as figuras, elas simplesmente não aparecem mais... Sem contar que eu queria hospedar as porras das GIFs aqui no BliG, mas o BliG não aceita GIF não sei por que... Enfim, VÁ PRA PUTA QUE O PARIU!!!
Agora, outra razão pra encher lingüiça nesse post (e acho que isso vai virar meio que seção)... Por que vocês NÃO devem assistir à Tela Quente hoje! (resenha adaptada do site ZeroZen.com.br)
Você já parou para pensar na quantidade de pessoas que acha o Natal um saco? Toda aquela conversa de "Bom Velhinho", de "paz na Terra", de "boa vontade com o próximo", não passa de uma descarada desculpa para dar vazão ao consumismo exagerado. Para essas pessoas que acham que Jingle Bells é coisa de boiola surgiu O Grinch.
O personagem interpretado por Jim Carrey, absolutamente irreconhecível -- o que é uma grande vantagem -- sob quilos de maquiagem, é feito na medida exata para quem odeia o Natal. O Grinch vive no Monte Espicho dentro de uma caverna sempre a observar os habitantes da pacífica e ordeira Whoville. A solitária criatura entra em depressão sempre que chega o Natal. Até que, um dia, resolve se vingar e descobrir uma maneira de impedir que todo mundo comemore a data. Ou seja, se eu não me divirto muito menos o resto do mundo.
Enquanto isso, a pequena Cindy Lou Who (a insossa Taylor Momsen), também questiona qual seria o verdadeiro espírito de Natal. Para Cindy, o Natal é tempo de união e já está mais do que na hora da cidade de Whoville perdoar o Grinch pelas maldades do passado. Assim, um Jim Carrey tapado de verde desce da caverna para infernizar os habitantes do lugar.
É então que as melhores cenas do filme acontecem. Um humor cruel e demolidor começa a tomar conta, mas rapidamente o diretor Ron Howard (Apollo 13, EdTV) transforma tudo em uma fábula açucarada e sem graça. Diga-se de passagem: alguns críticos desqualificados chegaram a sugerir que Tim Burton faria um Grinch muito mais divertido. Com Burton, um impostor de marca maior, na direção, o resultado seria um medíocre conto de fadas sem pé nem cabeça, que provavelmente faria qualquer filme de natal da Xuxa parecer uma obra de arte.
Então, mesmo com a sua cara horrenda, com a sua cabeça esquisita, com seu figurino estranho e com o coração duas vezes menor que o normal, o Grinch tem uma idéia. Uma idéia maligna de como roubar o Natal. Com a ajuda do cachorro Max (o melhor ator do filme) o Grinch resolve ir de casa em casa depois que o Papai Noel deixou os presentes e afaná-los. Simples, fácil e eficiente.
Claro que tudo dá errado, o espírito de Natal vence e todo mundo termina feliz e cantando. Quer dizer: se você odeia o dia 25 de dezembro, é melhor não ver o filme. Aliás, apesar de pouco conhecido no Brasil, o Grinch é um personagem do folclore norte-americano. Em 1966 ele chegou a virar um desenho animado para TV (que inclusive é visto naquele "clássico" Esqueceram de Mim -- o primeiro), dirigido por Chuck Jones, mais conhecido por dar vida ao Pernalonga. A voz do Grinch e do narrador pertenciam a ninguém menos do que Boris Karloff, o veterano intérprete de Frankenstein.
De qualquer maneira, a luta entre os que amam e os que odeiam o Natal está longe de terminar. Mas como O Grinch foi um sucesso estrondoso nos Estados Unidos, fica fácil de imaginar o quanto Jim Carrey e a sua conta bancária devem gostar do Natal...
FICHA TÉCNICA
TÍTULO ORIGINAL: Dr. Seuss' How the Grinch Stole Christmas
NACIONALIDADE: EUA
ANO: 2000
DIRETOR: Ron Howard
ELENCO: Jim Carrey, Taylor Momsen, Jeffrey Tambor, Christine Baranski, Molly Shannon, Frankie Ray
DURAÇÃO: 1 hora e 45 minutos
Puta merda... até eu me envergonho de falar disso... Mas de qualquer forma taí. Agora é só desligar a TV depois do Jornal Nacional, ou mudar de canal nessa hora (até porque aquela novela Celebridade é chata pra caralho), que vocês não vão se arrepender.
Até a próxima, então! Sayounara!
enviada por 7th son of a 7th Son
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